Especialidades em reabilitação neurológica e desenvolvimento humano
Reunimos diferentes especialidades em um cuidado integrado e individual, para crianças, adolescentes e adultos. Atendemos em Maringá, Loanda, Arapongas e Colorado.
Nossas especialidades em reabilitação neurológica
Fisioterapia neurológica
Trabalha equilíbrio, força, coordenação e reabilitação da marcha em condições como AVC, paralisia cerebral e Parkinson.
Fonoaudiologia
Cuida da comunicação, linguagem, fala e alimentação, do atraso de linguagem às sequelas de AVC.
Neuromodulação não invasiva
Estimula o cérebro para favorecer a neuroplasticidade e potencializar os resultados das demais terapias.
Terapia ocupacional
Desenvolve autonomia no dia a dia e integração sensorial, ajudando o paciente a ganhar independência.
Psicopedagogia
Atua sobre as dificuldades de aprendizagem, criando estratégias para superar barreiras cognitivas e de estudo.
Psicoterapia
Acolhe a saúde emocional, ajudando a lidar com sentimentos, comportamentos e desafios ao longo do tratamento.
Psicomotricidade
Integra corpo, movimento e cognição, trabalhando coordenação e esquema corporal em cada fase da vida.
Terapia nutricional
Cuida da alimentação de forma individualizada, da seletividade alimentar às necessidades de cada condição.
Musicoterapia
Utiliza a música para estimular comunicação, cognição, coordenação motora e expressão emocional, favorecendo o desenvolvimento global.
Massoterapia
Promove relaxamento, alívio de dores e tensões musculares, contribuindo para o bem-estar físico e a qualidade de vida.
Terapia integrativa
Complementa os tratamentos com práticas que promovem equilíbrio físico, mental e emocional, favorecendo o bem-estar integral.
ABA e Modelo Denver
Utiliza estratégias baseadas em evidências para desenvolver comunicação, interação social, autonomia e aprendizagem, especialmente em crianças com TEA.
Especialidades por condição
Qual cuidado o seu familiar precisa?
Autismo (TEA)
No cuidado à criança com autismo, o acompanhamento é feito por uma equipe integrada, que trabalha em torno do desenvolvimento da comunicação, do comportamento, da autonomia e da relação com o mundo ao redor. Cada plano respeita o tempo e as características de cada criança.
Especialidades envolvidas:
Psicopedagogia
Terapia Nutricional
Neuromodulação
Psicologia (ABA/Denver)
Fonoaudiologia
Terapia Ocupacional
Entre outros
AVC
Após um AVC, cada etapa da reabilitação conta. O trabalho é conduzido por uma equipe transdisciplinar focada em recuperar a autonomia, com atenção ao movimento, à fala, à deglutição e ao equilíbrio emocional do paciente e da família ao longo de todo o processo.
Especialidades envolvidas:
Fisioterapia Neurológica
Fonoaudiologia
Terapia Ocupacional
Neuromodulação
Psicoterapia
Entre outros
Paralisia cerebral
Na paralisia cerebral, o acompanhamento reúne diferentes especialidades em torno do desenvolvimento motor, da comunicação e da autonomia. Com metodologias específicas e trabalho intensivo, buscamos ampliar as possibilidades de cada pessoa, no seu próprio ritmo.
Especialidades envolvidas:
Fisioterapia Neurológica
Terapia Ocupacional
Fonoaudiologia
Psicomotricidade
Neuromodulação
Entre outros
TDAH
No TDAH, o foco está em apoiar a atenção, a organização e a aprendizagem, respeitando o jeito de ser de cada pessoa. O acompanhamento envolve diferentes áreas, que trabalham juntas com a família e, quando for o caso, com a escola ou o trabalho.
Especialidades envolvidas:
Neuromodulação
Psicopedagogia
Psicoterapia
Terapia Ocupacional
Fonoaudiologia
Psicomotricidade
Entre outros
Atendemos em Maringá, Loanda, Arapongas e Colorado
Veja endereços, horários e contato de cada unidade.
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Dúvidas sobre as especialidades
O que é fisioterapia neurológica e para que serve?
A fisioterapia neurológica é a área da fisioterapia voltada à reabilitação de pessoas com alterações no sistema nervoso, seja por condições de nascimento, seja por lesões adquiridas ao longo da vida. Ela trabalha funções como equilíbrio, força muscular, coordenação, postura e, principalmente, a reabilitação da marcha, ou seja, a capacidade de caminhar.
O objetivo é estimular o sistema nervoso a reorganizar e reaprender movimentos, um fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Por meio de exercícios específicos, repetição orientada e, quando indicado, equipamentos de apoio, o fisioterapeuta ajuda o paciente a desenvolver ou recuperar habilidades motoras no seu próprio ritmo.
É indicada para condições como AVC, paralisia cerebral, traumatismo cranioencefálico, Parkinson, lesão medular e atraso no desenvolvimento motor. Na NeuroReadaptar, a fisioterapia neurológica atua de forma integrada com outras especialidades, dentro de um plano terapêutico individual para cada paciente. Você pode conhecer mais sobre essa e as demais áreas na nossa página de Especialidades.
O que é a terapia ABA e como ela funciona?
ABA é a sigla para Análise do Comportamento Aplicada, uma das abordagens mais estudadas no acompanhamento de crianças com autismo. Ela parte da observação de como a criança se comporta e se comunica para, a partir disso, estimular habilidades como linguagem, interação social, autonomia e concentração, sempre respeitando as características individuais de cada uma.
O trabalho é personalizado: cada criança tem objetivos próprios, definidos junto à família, e é acompanhada de forma contínua para que a equipe entenda o que funciona melhor no seu desenvolvimento. A ABA não trabalha isolada; ela costuma se integrar a outras áreas, como fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicopedagogia, dentro de um mesmo plano.
Também existem abordagens complementares, como o modelo Denver, voltado à intervenção precoce em crianças pequenas. O objetivo geral é apoiar o desenvolvimento da criança e sua participação no dia a dia, em casa e na escola. Saiba mais sobre a terapia ABA.
O que é neuromodulação e para quem ela é indicada?
A neuromodulação não invasiva é uma técnica que utiliza estímulos suaves para modular a atividade de determinadas áreas do cérebro, favorecendo a neuroplasticidade, ou seja, a capacidade do sistema nervoso de se reorganizar e formar novas conexões. Uma das formas mais utilizadas é a estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), aplicada de maneira indolor e sem cirurgia (TMS, tVNS e TACS).
É importante entender que a neuromodulação não substitui as terapias: ela funciona como um recurso complementar, aplicado dentro do plano terapêutico para potencializar os resultados do trabalho feito pelas demais especialidades. Costuma ser utilizada como apoio no acompanhamento de condições neurológicas, do neurodesenvolvimento e da saúde mental, sempre com indicação individualizada e avaliação prévia.
Cada caso é analisado pela equipe para definir se a técnica é adequada e como ela se encaixa no tratamento. A neuromodulação é um dos recursos que diferenciam o cuidado na NeuroReadaptar. Você encontra mais detalhes sobre nossas abordagens na página de Metodologias.
Como sei qual especialidade meu filho ou familiar precisa?
Essa é uma dúvida comum, e a resposta é: você não precisa saber sozinho. A definição de quais especialidades fazem parte do tratamento não é feita pela família, e sim pela equipe, a partir de uma avaliação inicial. Nesse primeiro momento, os profissionais analisam o histórico, as queixas e as necessidades do paciente para então montar um plano terapêutico individual.
Dependendo do caso, esse plano pode envolver uma única especialidade ou a combinação de várias, trabalhando de forma integrada. Uma criança com autismo, por exemplo, pode se beneficiar de fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia ao mesmo tempo, enquanto um adulto em reabilitação após AVC pode precisar de fisioterapia neurológica, fonoaudiologia e neuromodulação.
O importante é que ninguém precisa chegar com um diagnóstico fechado ou saber exatamente o que procurar: basta entrar em contato para agendar uma avaliação, e a equipe orienta os próximos passos. Para começar, é só falar com a unidade mais próxima de você.
As terapias são para crianças, adultos ou os dois?
Para os dois. A NeuroReadaptar atende crianças, adolescentes e adultos, com abordagens adequadas a cada fase da vida e a cada condição. No público infantil, o foco costuma estar no neurodesenvolvimento, com acompanhamento de condições como autismo, TDAH, paralisia cerebral, atraso no desenvolvimento e síndromes genéticas.
Já no público adulto, o trabalho se volta com frequência à reabilitação de condições neurológicas adquiridas, como AVC, traumatismo cranioencefálico, Parkinson, esclerose múltipla e distrofia muscular. Também há acompanhamento voltado à saúde emocional, em situações como ansiedade e depressão, que podem aparecer em qualquer idade.
O que não muda, independentemente da faixa etária, é o modelo de cuidado: avaliação individual, plano terapêutico próprio e uma equipe multiprofissional que trabalha de forma integrada. Cada tratamento respeita o ritmo e os objetivos da pessoa. Para saber quais especialidades estão disponíveis em cada cidade, consulte a página de Unidades.
É preciso encaminhamento médico para começar o tratamento?
Não necessariamente. Em muitos casos, a família ou o próprio paciente pode entrar em contato diretamente com a clínica para agendar uma avaliação inicial, sem precisar de um encaminhamento médico prévio. Esse primeiro contato serve justamente para entender a situação e orientar os próximos passos.
Ainda assim, quando o paciente já chega com um diagnóstico, laudo ou relatório de outro profissional, esses documentos ajudam bastante a equipe a compreender o histórico e a montar um plano terapêutico mais preciso desde o início. Vale lembrar que, no caso de atendimento por convênio, algumas operadoras têm regras próprias e podem exigir pedido ou encaminhamento médico para autorizar as sessões.
Por isso, se a intenção é usar plano de saúde, o ideal é confirmar essa exigência tanto com o convênio quanto com a unidade. Em qualquer situação, o caminho mais simples é falar com a clínica e esclarecer o que é necessário para o seu caso específico. É só entrar em contato com a nossa equipe.
Quanto tempo dura o tratamento de reabilitação?
Não existe um tempo único, porque cada pessoa é diferente. A duração do tratamento depende de diversos fatores, como a condição em questão, o estágio em que ela se encontra, os objetivos definidos e a resposta individual de cada paciente ao longo do processo.
Por isso, a reabilitação neurológica não costuma ser pensada como algo com data fixa para terminar, mas como um acompanhamento que evolui em etapas. No início, é comum haver uma fase mais intensiva, voltada a conquistas específicas; com o tempo, o foco pode passar para a consolidação dos ganhos alcançados. A equipe realiza reavaliações periódicas para acompanhar a evolução e ajustar o plano sempre que necessário, respeitando o ritmo de cada um.
Justamente por isso, o mais importante não é a duração em si, mas a consistência e o acompanhamento próximo ao longo do caminho. Na avaliação inicial, a equipe consegue dar uma orientação mais realista sobre o que esperar em cada caso. Conheça nossa forma de trabalhar na página Quem Somos.